"Me gusta el mundo.
Noches frías, rosas secas, árboles enredados con un corazón grabado, luciérnagas y tardes violetas.
Calles empedradas, cocodrilos escondidos en las nubes, el chasquido del fuego quemando madera, cometas que nunca veo, poemas, botellas de cristal azul, el cuadro de un barquito al borde del precipicio, fotos en blanco y negro, copas de vino en la comida, canciones de Sabina, café con hielo, caracoles y colgantes de estrellitas.
Quiero todo esto.
A veces lo encuentro."
Tanya Valeria
BLOG: Un cuaderno de sueños
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
VERBETE INTERESSANTE
BRIGA
DESAVENÇA DE OPINIÕES EMITIDA POR BOCAS, MÃOS, PÉS, CINZEIROS OU TUDO O QUE ESTIVER POR PERTO.
ADRIANA FALCÃO.
DESAVENÇA DE OPINIÕES EMITIDA POR BOCAS, MÃOS, PÉS, CINZEIROS OU TUDO O QUE ESTIVER POR PERTO.
ADRIANA FALCÃO.
terça-feira, 12 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
RABIOSA
AMEI A PERUCA, A FESTA E O POLE DANCE, apesar de achar que a Shakira está cada vez mais assanhadaaaaa, rs!
CONTINUA LINDA E A MÚSICA É MUITO BOA! PERO.......LA VERSIÓN EN ESPAÑOL ES MUCHOOO MEJOR, COMO SIEMPRE!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O SER DE ALGUMAS COISAS DA VIDA
O sentimento do mundo
É um enigmático amanhã
Que não se sabe
O que será
A dificuldade dos loucos
É um caminhar sem rumo certo
Por um incerto duvidoso
Doloroso
O olhar de uma criança
É a doçura esparramada
Em pedaços pequenos de um céu
Sem chuva
O meu eu
Às vezes é um não caber em mim
Que insiste em chamar bem alto
Por seu nome
O nosso encontro
É um fervilhar de almas puras
Ora escuras
Buscando ternuras de si
Um segredo
É um contrato calado
Um retrato falado
Um fardo guardado
Já um basta
É um sinal que vem na hora certa
E dá o fim.
Ana Claudia da Freiria.
É um enigmático amanhã
Que não se sabe
O que será
A dificuldade dos loucos
É um caminhar sem rumo certo
Por um incerto duvidoso
Doloroso
O olhar de uma criança
É a doçura esparramada
Em pedaços pequenos de um céu
Sem chuva
O meu eu
Às vezes é um não caber em mim
Que insiste em chamar bem alto
Por seu nome
O nosso encontro
É um fervilhar de almas puras
Ora escuras
Buscando ternuras de si
Um segredo
É um contrato calado
Um retrato falado
Um fardo guardado
Já um basta
É um sinal que vem na hora certa
E dá o fim.
Ana Claudia da Freiria.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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